Desfiles Sou de Algodão promovem a interação da moda jovem do país com a fibra do futuro

Sou de Algodão, movimento desenvolvido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), com diversas ações para incentivar o uso da fibra na indústria têxtil, participou pela 2ª vez da Casa de Criadores. Nesta edição, como patrocinador máster, o movimento criou uma noite totalmente dedicada ao algodão e apresenta um concurso para estudantes de moda em parceria com o evento.

Foram cinco desfiles durante a noite do dia 29 de novembro. O primeiro, assinado pelo movimento e contou com a curadoria de André Hidalgo. Na passarela, colaborações entre estilistas e marcas parceiras com modelos que representam a diversidade social. São eles Ahlma para NotEqual, Cecília Prado para Alex Kazuo, Equus para Martins.Tom, Gardana Jeans para Ken-Gá, Highstil para Saint Studio, Juliana Carrijo para Diego Fávaro, Kyly para Felipe Fanaia, M.Martan para Rocio Canvas, Mahara Green para Angela Brito, Mr. Stone para D-Aura, Paraguaçu Têxtil para Heloisa Faria, Rovitex para Också, Santista para Rafael Caetano, Sudotex para Jorge Feitosa e Thear Vestuário para Cajá.

Os outros quatro desfiles aconteceram na sequência com peças dos estilistas Igor Dadona, Isaac Silva, Renata Buzzo e Rober Dognani, apresentando coleções feitas com algodão e tecidos cedidos por Canatiba, Cataguases, Cedro Têxtil, HC Têxtil, Jolitex, Santanense, Urbano Têxtil e Vicunha, marcas parceiras da iniciativa. “A parceria Sou de Algodão e Casa de Criadores, nesta 44ª edição, significa mais um passo no propósito de mostrarmos para o consumidor final que o algodão brasileiro é produzido de forma responsável e sustentável, é uma fibra natural, é confortável e frequenta qualquer ambiente. Estar mais uma vez participando desse grande evento da moda brasileira é uma conquista.” comemora Arlindo de Azevedo Moura, presidente da Abrapa.

Durante o evento o movimento armou um lounge onde divulga o 1º Desafio Sou de Algodão + Casa de criadores. O concurso tem como objetivo descobrir novos talentos e incentivar o uso da matéria-prima na moda brasileira. Por isso, todos os trabalhos inscritos deverão ter, no mínimo, 70% de algodão na composição têxtil de todas as peças idealizadas. Poderão participar todos os alunos regularmente matriculados no segundo semestre de 2018 e/ou primeiro semestre de 2019, e que tenham cumprido, no mínimo, 50% das disciplinas obrigatórias nos cursos de moda, estilo e/ou negócios de moda, e áreas afins, como design, em faculdades e instituições brasileiras de ensino superior reconhecidas pelo MEC (Ministério da Educação).

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