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26ª Casa de Criadores

Postado em 18/12/2009 por andrehidalgo

Figura1

 

Incrível bazar, tipo de Natal, com produtos e marcas descoladas a preços beeeem legais. Rolam descontos de 40% a 70% em peças de vários estilistas participantes da Casa de Criadores + convidados especiais: Amapô, Adults Only, Do Estilista, Fábia Bercsek e outros (veja lista completa abaixo)

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Adults Only
Amapô
Cinto Muito
Der Metropol
Do Estilista
Fábia Bercsek
Gêmeas Vintage
Gustavo Silvestre
João Pimenta
Karin Feller
Mayo
No Hay Banda
R. Rosner
Rober Dognani
Tony Jr.
Urussai

Se jogue! E venha logo!

infos: 11 3062-5086



Postado em 10/12/2009 por Bia Pattoli

Novo Expressão de Moda

Novo Expressão de Moda
Durante a 26ª Casa de Criadores rolou pela primeira vez, o Ciclo de Palestras Lições da Casa. Foram três dias de debates e palestras, com profissionais de todos os “departamentos” da moda.  Nós fizemos a cobertura de algumas das palestras e, se você perdeu, dá para conferir aqui. Esta nova iniciativa da Casa de Criadores foi elaborada junto com Cacá e a Teca, do Novo Expressão de Moda. O núcleo das meninas tem como objetivo apresentar o lado artístico da moda. O Novo vem realizando eventos onde o expectador é convidado a admirar o vestuário diferentemente de uma apresentação na passarela. Para conhecer um pouco do Novo, e saber como foi realizada com a parceria da Casa, batemos um papo com a Cacá e a Teca, confira a seguir:
Casa: Contem um pouquinho sobre o Novo Expressão de Moda.
Novo: O principal conceito do projeto NOVO sugere apresentar o “objeto de moda” no contexto de uma galeria de arte. As obras expostas (peças de roupas, acessórios, fotografias, vídeos e ilustrações de moda) fazem parte de trabalhos realizados com uma finalidade não comercial. O NOVO acredita que assim, a verdade e pureza dos conceitos exibidos são uma forma de trabalhar a moda não só como produto, mas também como obra de arte.
Desta forma o evento incentiva e potencializa novos profissionais gerando visibilidade, oportunidades e contatos na área. Tudo de acordo com a habilidade de cada um, trazendo a tona o que se cria de novo.
O evento explora este conceito na própria cenografia, as obras expostas são reinterpretadas pela curadoria, criando uma releitura do “objeto de moda”. Com esta ação, é incentivada a reflexão sobre a moda contemporânea e principalmente sobre a relação moda/arte. Este projeto nasce da iniciativa de jovens criadores, que acreditam poder fazer parte da discussão e da renovação da identidade de moda do próprio país, sugerindo um formato que agrega valor às criações e abre espaço não só para novos talentos, mas também para outras formas de interpretação da moda.
Casa: Como surgiu a parceria com a Casa de Criadores?
Novo: A parceria surgiu depois que realizamos a primeira edição do NOVO, nela tivemos um circuito de palestras e debates muito legal, e com nomes de profissionais consagrados. O André se interessou pelo projeto e nos chamou para assinar a curadoria da primeira edição do “Lições da Casa”. Para nós foi muito interessante criar essa parceria, sempre acompanhamos a Casa, então foi um grande prazer.
Casa: Qual foi o critério para escolher as palestras e debates?
Novo: O perfil do NOVO é ir atrás dos assuntos polêmicos da moda. Através da nossa curadoria e proposta de temas, surge a oportunidade de debater questões que incentivam uma reflexão em relação à moda contemporânea e suas particularidades.  Como o circuito é destinado a estudantes de moda, criamos também a oportunidade de dar voz a eles, além de alimentar e aquecer a cultura de moda.
Casa: E o saldo final, o que vocês acharam da primeira edição do ciclo de palestras?
Novo: Achamos muito bom. Recebemos uma resposta muito positiva do público que participou, e principalmente dos profissionais convidados. Acreditamos que esse circuito de palestras em parceria com a Casa de Criadores foi uma bela iniciativa de questionamento do próprio sistema da moda.
Percebemos que os estudantes e futuros profissionais da área sentem uma forte necessidade em colher informação e participar de palestras e debates.  Esperamos criar muitos circuitos que possam “ajudar” as pessoas – que de alguma forma fazem parte do mercado da moda brasileira – a entendê-lo e questioná-lo sempre.

novoDurante a 26ª Casa de Criadores rolou pela primeira vez o ciclo de palestras Lições da Casa. Foram três dias de debates e palestras, com profissionais de todos os “departamentos” da moda.  Nós fizemos a cobertura de algumas das palestras e, se você perdeu, dá para conferir aqui. Esta nova iniciativa da Casa de Criadores foi elaborada junto com Cacá e a Teca, do Novo Expressão de Moda. O núcleo das meninas tem como objetivo apresentar o lado artístico da moda. O Novo vem realizando eventos onde o expectador é convidado a admirar o vestuário com um olhar diferente  do usado nas apresentações  de passarela. Para conhecer um pouco do Novo, e saber como foi realizada a parceria com a  Casa, batemos um papo com a Cacá e a Teca, confira a seguir:

Casa: Contem um pouquinho sobre o Novo Expressão de Moda.

Novo: O principal conceito do projeto NOVO sugere apresentar o “objeto de moda” no contexto de uma galeria de arte. As obras expostas (peças de roupas, acessórios, fotografias, vídeos e ilustrações de moda) fazem parte de trabalhos realizados com uma finalidade não comercial. O NOVO acredita que assim, a verdade e pureza dos conceitos exibidos são uma forma de trabalhar a moda não só como produto, mas também como obra de arte.

Desta forma o evento incentiva e potencializa novos profissionais gerando visibilidade, oportunidades e contatos na área. Tudo de acordo com a habilidade de cada um, trazendo a tona o que se cria de novo.
O evento explora este conceito na própria cenografia, as obras expostas são reinterpretadas pela curadoria, criando uma releitura do “objeto de moda”. Com esta ação, é incentivada a reflexão sobre a moda contemporânea e principalmente sobre a relação moda/arte. Este projeto nasce da iniciativa de jovens criadores, que acreditam poder fazer parte da discussão e da renovação da identidade de moda do próprio país, sugerindo um formato que agrega valor às criações e abre espaço não só para novos talentos, mas também para outras formas de interpretação da moda.

Casa: Como surgiu a parceria com a Casa de Criadores?

Novo: A parceria surgiu depois que realizamos a primeira edição do NOVO, nela tivemos um circuito de palestras e debates muito legal, e com nomes de profissionais consagrados. O André se interessou pelo projeto e nos chamou para assinar a curadoria da primeira edição do “Lições da Casa”. Para nós foi muito interessante criar essa parceria, sempre acompanhamos a Casa, então foi um grande prazer.

Casa: Qual foi o critério para escolher as palestras e debates?

Novo: O perfil do NOVO é ir atrás dos assuntos polêmicos da moda. Através da nossa curadoria e proposta de temas, surge a oportunidade de debater questões que incentivam uma reflexão em relação à moda contemporânea e suas particularidades.  Como o circuito é destinado a estudantes de moda, criamos também a oportunidade de dar voz a eles, além de alimentar e aquecer a cultura de moda.

Casa: E o saldo final, o que vocês acharam da primeira edição do ciclo de palestras?

Novo: Achamos muito bom. Recebemos uma resposta muito positiva do público que participou, e principalmente dos profissionais convidados. Acreditamos que esse circuito de palestras em parceria com a Casa de Criadores foi uma bela iniciativa de questionamento do próprio sistema da moda. Percebemos que os estudantes e futuros profissionais da área sentem uma forte necessidade em colher informação e participar de palestras e debates.  Esperamos criar muitos circuitos que possam “ajudar” as pessoas – que de alguma forma fazem parte do mercado da moda brasileira – a entendê-lo e questioná-lo sempre.

Para saber mais sobre o Novo Expressão de Moda acesse: novodonovo.wordpress.com


Postado em 04/12/2009 por Bia Pattoli

Cynthia Hayashi, a vencedora da 2ª edição do Ponto Zero

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

Cynthia é a participante do projeto Ponto Zero, que levou o prêmio máximo nesta edição. E no ano que vem, a garota irá desfilar uma nova coleção no Projeto LAB e ainda se apresentará junto com outros grandes nomes da Casa, no Mercado Mundo Mix Portugal. Cynhtia contou que assim que soube que estava entre os finalistas, abriu mão do emprego que tinha e passou a dedicar-se 100% ao concurso. E se o esforço já teria valido a pena só pela possibilidade de desfilar na Casa, imagina agora que soube que fui eleita a aluna vencedora desta 2ª edição. Só tenho a agradecer pela oportunidade”, Ela comenta sem esconder a felicidade. E não é de hoje que a menina dá seus sinais ao que veio: foi vencedora de duas edições do Fashion Noivas (2007 e 2008) e trabalhou por mais de um ano na MOB.

Quem avaliou as criações desenvolvidas por Leandro Gabionetta, Ana Becker, Bruno Gonzaga, Cristiane Soares, Ana Beatriz Almeida e Claudia Yassumura; foi um júri composto por um time de estilistas, jornalistas, empresários e parceiros da Casa. Entre eles: João Pimenta, Rita Wainer, Teca Pasqua, Fernando Cunha, Lula Rodrigues, Milene Chaves, Sérgio Amaral e Jorge Wakabara.

Para quem não sabe, o Ponto Zero é um projeto idealizado pela Abit, o Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo, a Casa de Criadores e o Mercado Mundo Mix. O objetivo do projeto é descobrir novos estilistas, na categoria Estilista Empreendedor.

Mais uma vez parabenizamos todos os participantes do Ponto Zero.



Postado em 03/12/2009 por Bia Pattoli

Mycaela Gutierrez, o nome por trás da direção de desfiles da Casa

Você sabia que todos os desfiles precisam de um diretor? Sim, toda apresentação de moda precisa de uma pessoa para dirigir e orientar o que os modelos vão fazer na passarela. E nesta última edição da Casa de Criadores, a responsável por dirigir todos os desfiles foi Mycaela Gutierrez, da Lupa. Para entender um pouquinho mais sobre como é essa função, conversamos com ela. Confira a seguir nosso bate-papo:

Casa: Conte um pouco sobre como vc começou dirigindo desfiles.

Na época que trabalhei no MKT da Cavalera, uma das coisas que mais me empolgava eram os desfiles, principalmente os grandes, em locações externas, como Estádio do Pacaembú, Museu do Ipiranga, Parque da Luz, Autódromo de Interlagos… Eu produzi uns 10 desfiles por lá, entre V.ROM e Cavalera e peguei gosto pela coisa. Então, quando eu sai da empresa, resolvi ir trabalhar com o Zee Nunes (diretor que eu mais respeito e me inspiro), e passei uma coleção inteira acompanhando todos os desfiles que ele dirigia. De lá pra cá, os trabalhos de direção e produção de desfiles foram aparecendo naturalmente.
- Como é o trabalho de dirigir desfiles?
É bem gostoso! Existem tipos e tipos de clientes e desfiles. Tem os casos onde eu começo a trabalhar com o cliente bem antes do desfile, o que é o mais bacana. A gente senta junto, ele me mostra a coleção, conta a inpiração, e a partir daí a gente constroe tudo: cenário, trilha, casting e às vezes eu acabo indicando o restante da equipe também, como stylist e maquiador. Mas tem também os casos que meu trabalho acontece mais em cima da hora, e me resta fazer os ajustes finais e coordenar o dia, ou seja, fazer os ensaios com os modelos, afinar a luz da passarela, checar trilha, conferir cenário e soltar o desfile na hora.
- O que te inspira a montar a “coreografia” das modelos na passarela?
Vou contar a verdade… não sou muito fã de “coreografias”…. hahahhaha
O que acontece na Casa de Criadores é que são muitos desfiles, um seguido do outro, e para não cansar, a gente acaba mudando a forma como os modelos entram e saem da passarela.
- A coleção do estilista te ajuda nesse processo?
Sim. Tudo depende da quantidade de looks, volume das peças (pra ninguém se bater), tamanho dos saltos (ritmo do desfile), quantidade de trocas, etc.
- Existem tendências de desfile? Qual seria uma que está acontecendo agora?
Mais ou menos…  Na época que as clientes faziam seus pedidos de compra nos desfiles, eles eram mais longos, cheios de poses e paradas. O desfile hj não tem foco em venda direta. Ele é uma maneira de mostrar o conceito da coleção, o que muitas vezes resulta em peças completamente diferentes do que se vê nas araras das lojas. Sendo assim, por ser mais rápido e dinâmico, os desfiles tem cada vez menos paradas. Pode reparar!

Myca: Na época que trabalhei no marketing da Cavalera, uma das coisas que mais me empolgava era os desfiles. Principalmente os grandes, em locações externas como os do Estádio do Pacaembu, Museu do Ipiranga, Parque da Luz, Autódromo de Interlagos, entre outros.  Eu produzi uns dez desfiles por lá, entre V.ROM e Cavalera. Foi aí que peguei gosto pela coisa. Quando saí da empresa, fui trabalhar com o Zee Nunes (diretor que eu mais respeito e me inspiro) e passei uma temporada inteira acompanhando todos os desfiles que ele dirigia. De lá pra cá, os trabalhos de direção e produção de desfiles foram aparecendo naturalmente.

Casa: Como é dirigir desfiles?

Myca: É bem gostoso! Existem tipos e tipos de desfiles e clientes. Existem casos que eu começo a trabalhar com o cliente bem antes do desfile - o que é  mais bacana. Nós sentamos juntos, ele me mostra a coleção e conta a inpiração. A partir daí a nós construímos tudo: cenário, trilha, casting e às vezes eu acabo indicando o restante da equipe também; como stylist e maquiador. Mas tem outros  casos que meu trabalho acontece mais em cima da hora, aí eu só faço os ajustes finais e coordeno o dia. Ou seja, fazer os ensaios com os modelos, afinar a luz da passarela, checar trilha, conferir cenário e soltar o desfile na hora.

Casa: O que te inspira a montar a “coreografia” das modelos na passarela?

Myca: Vou contar a verdade… não sou muito fã de “coreografias”… ( risos). O que acontece na Casa de Criadores é que são vários desfiles, um seguido do outro.  E para não cansar, nós optamos por mudar a forma como os modelos entram e saem da passarela.

Casa: A coleção do estilista te ajuda nesse processo?

Myca: Sim. Tudo depende da quantidade de looks, volume das peças (para ninguém se bater), tamanho dos saltos ( que dita o ritmo do desfile), quantidade de trocas, etc.

Casa: Existem tendências de desfile? Qual seria uma que está acontecendo agora?

Myca: Mais ou menos…  Na época que as clientes faziam seus pedidos de compra nos desfiles, eles eram mais longos, cheios de poses e paradas. O desfile hj não tem foco em venda direta. Ele é uma maneira de mostrar o conceito da coleção, o que muitas vezes resulta em peças completamente diferentes do que se vê nas araras das lojas. Sendo assim, por ser mais rápido e dinâmico, os desfiles tem cada vez menos paradas. Pode reparar!

Essa imagem segundo a Mycaela, é a vista da técnica, de onde ela solto os desfiles. O espetáculo surge dali: som, luz, videos, modelos, entrada e saída de cenários.

tecnica



Postado em 01/12/2009 por Bia Pattoli

Segunda Chance

Perdeu os desfiles da Casa de Criadores? Não tem problema, nós subimos os vídeos de todas as apresentações da semana passada. Escolha seu estilista, clique no link e assista!

André Phergom

Der Metropol

Diva

Gêmeas

Geraldo Couto

Gustavo Silvestre

Ianire Soraluze

Luisa Aguiar Prints I Like

João Pimenta

Marcelu Ferraz

No Hay Banda

Rober Dognani

Rodrigo Rosner

Tony Jr

Urussai

Walerio Araújo

Weider Silveiro

Ponto Zero

Projeto LAB



Postado em 30/11/2009 por Bia Pattoli

Ponto Zero

bruno0alice0sauna0ana0

sauna00leandro0cristiane0cynthia0

No último dia da Casa de Criadores, aconteceu também o desfile dos finalistas do concurso Ponto Zero. O concurso tem como objetivo trazer à passarela o trabalho de novos estilistas. Cada criador traz 10 looks, e representa uma faculdade participante – só é válido um estilista por instituição. Nesta edição os finalistas eram:

  • Alice Sinzato e Helena Kussik, que representaram o projeto Santa Catarina Moda Contemporânea. As meninas apresentaram sua marca AME, que significa chuva em japonês ou amor em português. A coleção de 10 looks da dupla trouxe um universo inspirado nos traços da caligrafia japonesa, o shodô – representado nas estampas e bordados dos looks. As meninas ainda brincaram e abusaram de estruturas para as modelagens.
alice00

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Ana Becker inspirou-se na artista Jen Stark para compor sua coleção. Ana era a representante do Centro Universitário Belas Artes. Ela transpôs para seus looks, os origamis e a sobreposições de papel, marca registrada de Jen. Só que utilizou cetim, neoprene sarjado e até tyvek. Vestidos longos mesclaram-se com a funcionalidade de macacões, na passarela. As sobreposições isoladas de tecido davam o tom de cor às peças.
ana becker

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Da FAAP veio Bruno Gonzaga. Sua coleção tinha como fio condutor o universo dos viajantes: dos imigrantes aos aventureiros. Para expressar o tema, Bruno optou por tecidos leves e fluidos e modelagens que aludiam ao balonismo. O estilista ainda utilizou trabalhos manuais como plissados e bordados em paetê – para atingir mulheres que buscam algo que às toquem sensivelmente.
bruno

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Cristiane Soares apresentou sua marca “Hey! U”. A aluna do Senac voltou ao ano de 1999 e trouxe à passarela alguns ícones do ano. Como por exemplo, o trágico atentado de dois alunos norte americanos aos colegas, em Columbine. Para isso a estilista imaginou jovens que lutam por seus próprios ideais. Tiros de tinta nos bodys de segunda pele fizeram um contraponto com t-shirts, vestidos e jeans.
hey

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Leandro Gabionetta trouxe da Universidade Anhembi Morumbi sua coleção inspirada em Edie Sedgwick, parceira, por muitos anos, de Andy Warhol. Leandro combinou tecidos nobres (seda pura e chamois) com tecidos de alfaiataria (tricoline maquinetado e sarja acetinada). E compôs sua leitura do universo das garotas dos anos 1960 com diversão, androginia e intensidade.
leandro

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Ana Beatriz Almeida e Claudia Leimi Yasumura, da USP, apresentaram sua marca “Sauna”. As garotas inspiraram-se nas torturas do regime militar brasileiro, e intitularam sua coleção de “Sade 68”. Elas combinaram a leveza da seda com o fetichismo do vinil. E trouxeram um mix entre babados que aludiam à fragilidade humana com amarrações vinílicas – diretamente relacionadas à tortura.
sauna

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Cynthia Hayashi,da Santa Marcelina, foi a vencedora do concurso. Ela inspirou-se nas conseqüências engrandecedoras que a dor proporciona a todos. Para Cynthia, a dor é algo que impulsiona as pessoas a crescerem. Com um tema abstrato, a garota trouxe para a passarela looks elaborados, que recorreram à estamparia digital e às modelagens desafiadoras.  A estilista brincou com volumes, dobras e torções para chegar à coleção que levaria o prêmio máximo. Suas peças serão expostas por um ano no Mercado Mundo Mix de Portugal e Cynthia desfila na próxima Casa de Criadores, dentro do projeto LAB.
cynthia

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

A Casa de Criadores parabeniza todos os estudantes que participaram na categoria Estilista Empreendedor com seus belíssimos trabalhos.  O concurso Ponto Zero é promovido pela Casa de Criadores, a ABIT e o Mercado Mundo Mix.



Postado em 29/11/2009 por Bia Pattoli

Gustavo Silvestre Lisboa Fecha a Casa

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

Foi Gustavo Silvestre quem fechou a semana Casa de Criadores. O estilista, assim como Phergom, buscou em Portugal sua inspiração. Porém, não se engane porque não houve repeteco: em nada se parecem as duas coleções. Mesmo por que Gustavo focou sua pesquisa na roupa de cama e mesa de Lisboa. Com isso em mente, o estilista trouxe à passarela muito chenille. Gustavo não se intimidou com o tecido singular e desenvolveu casacos, vestidos e blazers – que soaram como peças-chave de um guarda roupa de uma fashionista antenada. Mas para fazer um contraponto, investiu nos jeans, lavados de aspecto vintage. Os vestidos super curtos, vieram em silhuetas ajustadas e mais soltas. As calças por sua vez, traziam a – já clássica – modelagem boyfriend. As cores passearam entre os possíveis tons do índigo e o vibrante do vermelho e abóbora, do chenille. O cabelo solto e esvoaçante das modelos, em conjunto com os óculos escuro, reforçou a ideia de mulher de personalidade forte, que Gustavo quis passar. Uma coleção que encerrou a 26ª Casa de Criadores com chave de ouro.

gustavo

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite



Postado em 29/11/2009 por Bia Pattoli

Weider Silveiro Homenagem a Michael

Para seu inverno 2010, Weider buscou ideias na vida de Michael Jackson, antes mesmo da morte do mesmo – um dos assuntos mais pertinentes de 2009. O estilista afirmou que a intenção não era deixar a referência subliminar, e sim escancará-la.  Assim, os símbolos, silhuetas e cores mais utilizados na construção da persona Michael Jackson, estiveram presentes na passarela: as referências ao militarismo, o brilho, as modelagens ajustadas, o tapa sexo dourado e a “realeza” do rei do pop. Tudo ganhou uma releitura ora literal, ora estilizada. Os pingentes de tapeçaria, presentes de diversas maneiras, invadiram a passarela e roubaram a cena. O vestido estruturado em renda encheu os olhos da plateia. E o último look, com a alusão direta à Thriller, emocionou à todos. Uma belíssima homenagem ao astro.

weider

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite