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Postado em 04/12/2009 por Bia Pattoli

Cynthia Hayashi, a vencedora da 2ª edição do Ponto Zero

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

Cynthia é a participante do projeto Ponto Zero, que levou o prêmio máximo nesta edição. E no ano que vem, a garota irá desfilar uma nova coleção no Projeto LAB e ainda se apresentará junto com outros grandes nomes da Casa, no Mercado Mundo Mix Portugal. Cynhtia contou que assim que soube que estava entre os finalistas, abriu mão do emprego que tinha e passou a dedicar-se 100% ao concurso. E se o esforço já teria valido a pena só pela possibilidade de desfilar na Casa, imagina agora que soube que fui eleita a aluna vencedora desta 2ª edição. Só tenho a agradecer pela oportunidade”, Ela comenta sem esconder a felicidade. E não é de hoje que a menina dá seus sinais ao que veio: foi vencedora de duas edições do Fashion Noivas (2007 e 2008) e trabalhou por mais de um ano na MOB.

Quem avaliou as criações desenvolvidas por Leandro Gabionetta, Ana Becker, Bruno Gonzaga, Cristiane Soares, Ana Beatriz Almeida e Claudia Yassumura; foi um júri composto por um time de estilistas, jornalistas, empresários e parceiros da Casa. Entre eles: João Pimenta, Rita Wainer, Teca Pasqua, Fernando Cunha, Lula Rodrigues, Milene Chaves, Sérgio Amaral e Jorge Wakabara.

Para quem não sabe, o Ponto Zero é um projeto idealizado pela Abit, o Sindicato da Indústria Têxtil do Estado de São Paulo, a Casa de Criadores e o Mercado Mundo Mix. O objetivo do projeto é descobrir novos estilistas, na categoria Estilista Empreendedor.

Mais uma vez parabenizamos todos os participantes do Ponto Zero.



Postado em 02/12/2009 por Bia Pattoli

Lounge Casa de Criadores

Durante a semana passada, quem agitou as noites do Lounge da Casa de Criadores foi Edu Corelli e amigos. Todos os dias sons bons e pessoas amigas deram as caras por lá. O Edu não deixou por menos, e fotografou um monte de gente bacana. Quer ver?

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Postado em 01/12/2009 por Bia Pattoli

Segunda Chance

Perdeu os desfiles da Casa de Criadores? Não tem problema, nós subimos os vídeos de todas as apresentações da semana passada. Escolha seu estilista, clique no link e assista!

André Phergom

Der Metropol

Diva

Gêmeas

Geraldo Couto

Gustavo Silvestre

Ianire Soraluze

Luisa Aguiar Prints I Like

João Pimenta

Marcelu Ferraz

No Hay Banda

Rober Dognani

Rodrigo Rosner

Tony Jr

Urussai

Walerio Araújo

Weider Silveiro

Ponto Zero

Projeto LAB



Postado em 30/11/2009 por Bia Pattoli

Ponto Zero

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No último dia da Casa de Criadores, aconteceu também o desfile dos finalistas do concurso Ponto Zero. O concurso tem como objetivo trazer à passarela o trabalho de novos estilistas. Cada criador traz 10 looks, e representa uma faculdade participante – só é válido um estilista por instituição. Nesta edição os finalistas eram:

  • Alice Sinzato e Helena Kussik, que representaram o projeto Santa Catarina Moda Contemporânea. As meninas apresentaram sua marca AME, que significa chuva em japonês ou amor em português. A coleção de 10 looks da dupla trouxe um universo inspirado nos traços da caligrafia japonesa, o shodô – representado nas estampas e bordados dos looks. As meninas ainda brincaram e abusaram de estruturas para as modelagens.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Ana Becker inspirou-se na artista Jen Stark para compor sua coleção. Ana era a representante do Centro Universitário Belas Artes. Ela transpôs para seus looks, os origamis e a sobreposições de papel, marca registrada de Jen. Só que utilizou cetim, neoprene sarjado e até tyvek. Vestidos longos mesclaram-se com a funcionalidade de macacões, na passarela. As sobreposições isoladas de tecido davam o tom de cor às peças.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Da FAAP veio Bruno Gonzaga. Sua coleção tinha como fio condutor o universo dos viajantes: dos imigrantes aos aventureiros. Para expressar o tema, Bruno optou por tecidos leves e fluidos e modelagens que aludiam ao balonismo. O estilista ainda utilizou trabalhos manuais como plissados e bordados em paetê – para atingir mulheres que buscam algo que às toquem sensivelmente.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Cristiane Soares apresentou sua marca “Hey! U”. A aluna do Senac voltou ao ano de 1999 e trouxe à passarela alguns ícones do ano. Como por exemplo, o trágico atentado de dois alunos norte americanos aos colegas, em Columbine. Para isso a estilista imaginou jovens que lutam por seus próprios ideais. Tiros de tinta nos bodys de segunda pele fizeram um contraponto com t-shirts, vestidos e jeans.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Leandro Gabionetta trouxe da Universidade Anhembi Morumbi sua coleção inspirada em Edie Sedgwick, parceira, por muitos anos, de Andy Warhol. Leandro combinou tecidos nobres (seda pura e chamois) com tecidos de alfaiataria (tricoline maquinetado e sarja acetinada). E compôs sua leitura do universo das garotas dos anos 1960 com diversão, androginia e intensidade.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Ana Beatriz Almeida e Claudia Leimi Yasumura, da USP, apresentaram sua marca “Sauna”. As garotas inspiraram-se nas torturas do regime militar brasileiro, e intitularam sua coleção de “Sade 68”. Elas combinaram a leveza da seda com o fetichismo do vinil. E trouxeram um mix entre babados que aludiam à fragilidade humana com amarrações vinílicas – diretamente relacionadas à tortura.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

  • Cynthia Hayashi,da Santa Marcelina, foi a vencedora do concurso. Ela inspirou-se nas conseqüências engrandecedoras que a dor proporciona a todos. Para Cynthia, a dor é algo que impulsiona as pessoas a crescerem. Com um tema abstrato, a garota trouxe para a passarela looks elaborados, que recorreram à estamparia digital e às modelagens desafiadoras.  A estilista brincou com volumes, dobras e torções para chegar à coleção que levaria o prêmio máximo. Suas peças serão expostas por um ano no Mercado Mundo Mix de Portugal e Cynthia desfila na próxima Casa de Criadores, dentro do projeto LAB.
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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

A Casa de Criadores parabeniza todos os estudantes que participaram na categoria Estilista Empreendedor com seus belíssimos trabalhos.  O concurso Ponto Zero é promovido pela Casa de Criadores, a ABIT e o Mercado Mundo Mix.



Postado em 29/11/2009 por Bia Pattoli

Gustavo Silvestre Lisboa Fecha a Casa

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

Foi Gustavo Silvestre quem fechou a semana Casa de Criadores. O estilista, assim como Phergom, buscou em Portugal sua inspiração. Porém, não se engane porque não houve repeteco: em nada se parecem as duas coleções. Mesmo por que Gustavo focou sua pesquisa na roupa de cama e mesa de Lisboa. Com isso em mente, o estilista trouxe à passarela muito chenille. Gustavo não se intimidou com o tecido singular e desenvolveu casacos, vestidos e blazers – que soaram como peças-chave de um guarda roupa de uma fashionista antenada. Mas para fazer um contraponto, investiu nos jeans, lavados de aspecto vintage. Os vestidos super curtos, vieram em silhuetas ajustadas e mais soltas. As calças por sua vez, traziam a – já clássica – modelagem boyfriend. As cores passearam entre os possíveis tons do índigo e o vibrante do vermelho e abóbora, do chenille. O cabelo solto e esvoaçante das modelos, em conjunto com os óculos escuro, reforçou a ideia de mulher de personalidade forte, que Gustavo quis passar. Uma coleção que encerrou a 26ª Casa de Criadores com chave de ouro.

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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite



Postado em 28/11/2009 por Bia Pattoli

Phergom – Portugal na passarela

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

André Phergom fez uma ode à Portugal na sua coleção de inverno 2010. Phergom buscou elementos do povo tradicional e fez uma releitura para sua moda masculina. São peças em denim e alfaiataria. Tais como macacões, bermudas, trenchs e blazers.  André ousou nos tecidos nobres, como o discreto e elegante adamascado. E também inovou na modelagem: cintura alta e drapeados – dificilmente usados no masculino. Os cardigans em lã leve deram um ar despojado e jovial. Os óculos em armação clássica com o cabelo milimetricamente penteado remetiam à dandis contemporâneos. Já os acessórios em couro, as gravatas, os broches e colares traziam a atmosfera Lusa. André trabalhou com uma cartela de cores que passeou entre o off White, cinzas, vermelho, bege, verde e vinho. O destaque ficou por conta do trench xadrez de cintura marcada – uma inovação no universo masculino.

phergom

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite



Postado em 26/11/2009 por Bia Pattoli

Urussai – Lolitas da Yakuza

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

A Urussai foi para o submundo da máfia japonesa, na criação de seu próximo inverno. O tema são as mulheres na Yakuza com a estética das características tatuagens da organização. Para desenvolver a coleção, Catarina e Marina (estilistas da marca) recorreram à tatuadores profissionais; que foram convidados à criar estampas mantendo a estética da tatuagem. Porém o desfile não foi só estampas, houve muito mix de tecidos e experiências com as modelagens tipicamente japonesas. As tradicionais mangas de kimono ganharam uma releitura exagerada, o kimono em si ganhou uma versão mais sensual e as estampas vieram em camisetas desconstruídas. O cabelo das modelos destacou-se pela presença de tranças – como a Rapunzel-japonesa primeira à entrar na passarela. Já o make era dramático. O resultado foi um apanhado de meninas fortes, porém sensuais que pareciam ter sido trazidas diretamente do Japão.

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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite



Postado em 26/11/2009 por Bia Pattoli

R. Rosner – Homenagem à Dona Lili

Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite

Rodrigo recorreu à sua elegante avó, Lili para compor seu inverno 2010. O estilista contou que estudou fotos antigas de sua avó para seu processo de criação. Ele se inspirou nela, porque ela é seu maior ícone de beleza feminina. Então no ano em que Lili completaria 100 anos, Rodrigo resolveu homenageá-la. O resultado deste trabalho, cheio de emoção, foi um apanhado de looks elegantemente retrôs. Longos com recortes e transparências muito bem trabalhados. Apesar das silhuetas passearem entre as décadas de 30 e 40, os colants nude com padronagem de rendas – estas vindas diretamente de luvas pertencentes à Lili – roubaram a cena e deram um ar contemporâneo. Os plissados nos vestidos longos davam um respiro de art deco, o que garantiu nobreza aos modelos. O estilista, como de costume, usou cetim, organza, musseline, veludo, tule e tafetá; mas surpreendeu com o casaco de pelúcia preto e branco. A cartela de Rodrigo ficou entre o preto, off White, verdes cítricos, violeta e roxo – todos tirados de louças húngaras, nacionalidade de Lili.

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Foto Marcelo Soubhia/ Ag. Fotosite